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Fábricas de veículos paralisam produção e já veem reflexo nas exportações

Greve dos caminhoneiros afeta o fornecimento de peças e o fluxo logístico de distribuição das montadoras.

 
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Pelo menos 20 fábricas de automóveis do Brasil estão paradas por causa da greve de caminhoneiros, que está no quarto dia.

  • Greve: veja mais reflexos da greve pelo país

Unidades da Ford, Volkswagen, Fiat Chrysler, Chevrolet, Toyota, Nissan, Honda, Renault, Peugeot, Citroën, Caoa Chery, Volvo e Scania não produziram nesta quinta-feira (24) devido a falta de peças e problemas de logística. Algumas linhas estão paradas há mais de um dia.

A Mitsubishi afirmou que irá interromper a produção em (GO) a partir desta sexta-feira (25).

De acordo com a associação das fabricantes (Anfavea), o setor automotivo já espera impactos para este mês na produção, nas vendas e também nas exportações.

"Se a greve dos caminhoneiros continuar até o fim de semana, é certo que todas as fábricas pararão", afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea.

No ABC paulista, Ford e Volkswagen já estão sem produzir desde ontem. Chevrolet e Scania também pararam hoje, segundo informaram os sindicatos de metalúrgicos do ABC e de São Caetano do Sul.

A General Motors (GM) não confirmou oficialmente quais unidades estão paradas, mas afirmou em nota que o movimento dos caminhoneiros tem impacto na operação.

Os sindicatos dos metalúrgicos de Gravataí (RS) e São José dos Campos (SP), onde a empresa tem fábricas, afirmaram que a produção foi interrompida. Na unidade gaúcha, apenas um dos turnos estava funcionando.

"Com a falta de componentes, as linhas de produção começam a ser paralisadas e também estamos enfrentando dificuldades na distribuição de veículos à rede de concessionárias”, disse a GM.

A Fiat Chrysler (FCA) suspendeu a produção em Betim (MG) e em Goiana (PE) nesta quinta-feira, por causa dos bloqueios nas estradas. A empresa aproveitou a parada para fazer inventário de peças na unidade mineira.

A Ford também interrompeu também as linhas em Taubaté (SP) ontem e Camaçari (BA) na segunda-feira, além de São Bernardo do Campo (SP) hoje.

A Toyota informou que as unidades de Sorocaba e Indaiatuba estão paradas desde ontem, mas continua com a produção em Porto Feliz e São Bernardo - todas no estado de São Paulo.

"A greve também impacta na distribuição de veículos e autopeças para a rede de concessionários e paralisou as operações de exportação", afirmou a Toyota.

O complexo da Renault em São José dos Pinhais (PR) deixou de montar veículos na quarta-feira e de produzir motores hoje. A Nissan não faz veículos em Resende (RJ) desde quarta-feira.

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