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Ataques a aldeias matam 36 civis em Burkina Faso

Governo convocou voluntários locais a reforçar a luta contra grupos jihadistas. Centenas de pessoas fugiram da zona onde ocorrem os ataques, em duas aldeias no norte do país.

 

Ao menos 36 civis morreram durante ataques de homens armados contra duas aldeias no norte de Burkina Faso, anunciou o governo nesta terça-feira (21), que convocou voluntários locais a reforçar a luta contra grupos jihadistas.

Um "grupo terrorista" matou 32 civis ao atacar e incendiar o mercado da aldeia de Nagraogo, e mais três pessoas na aldeia de Alamou, na segunda-feira, informou o governo nacional.

O ataque deixou ainda três feridos.

"O governo de Burkina recebeu informações, com consternação e ira, sobre a morte de 36 cidadãos na província de Sanmatenga em um ataque terrorista", disse o ministro das comunicações, Remis Fulgance Dandjinou.

Centenas de pessoas fugiram da zona onde ocorrem os ataques e foram para a cidade de Kaya, na província de Sanmatenga, segundo testemunhas locais.

O presidente Roch Marc Christian Kaboré decretou dois dias de luto, na quarta e quinta-feira.

Diante destes "repetidos ataques" contra civis, o governo fez um apelo à "franca colaboração" da população com as forças de segurança.

O Parlamento de Burkina Faso adotou nesta terça-feira, por unanimidade, uma lei que permite o recrutamento de voluntários para o combate aos jihadistas.

 

 

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