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Procon e Divisa interditam farmácia de Santarém por suspeita de fracionar álcool em gel

Durante a fiscalização que ocorreu na manhã desta sexta-feira 20 também foram encontrados medicamentos fora do padrão de acondicionamento.

 
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A Procuradoria Geral de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e a Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) realizaram interdição de uma farmácia em Santarém, no oeste do Pará, por diversas irregularidades verificadas no estabelecimento. A fiscalização ocorreu na manhã desta sexta-feira (20), após denúncias de que no local estava sendo vendido o álcool em gel fracionado.

De acordo com o farmacêutico fiscal da Divisa, Maurício Figueira, nenhuma farmácia tem atribuição de realizar fracionamento de qualquer produto, pois ele já chega das distribuidoras embalado e ação de abrir a embalagem do álcool em gel e realizar a manipulação, pode acarretar a contaminação do produto, o que é considerado como prática irregular.

"A farmácia tem que vender o produto do jeito que chega da indústria, pois ela recebe o produto final e não pode haver manipulação neste caso. Só que além disso, tinha vários medicamentos mal condicionados em uma espécie de porão. Eles realizavam aplicação de injetável, mas sem autorização para a prática. Por isso houve a interdição, até que o proprietário resolva toda a situação", explicou o fiscal.

O chefe de fiscalização do Procon, Marcelino Xavier destacou que os produtos vendidos, como máscara e o álcool estavam com o valor acima do mercado. O valor abusivo não pode acontecer, por isso o órgão está realizando diversas fiscalizações na cidade, pois com o aumento da procura de determinados produtos por conta do coronavírus, alguns estabelecimentos estão aumentando o valor por conta própria.

"Foi solicitado as notas fiscais dessas mercadorias para verificação do valor, mas eles não tinham no momento. Antes da pandemia do coronavírus as máscaras era vendidas até 0,50 centavos, mas depois que aumentaram os casos, os comerciantes estão vendendo de até R$ 5,00 a unidade. O Procon vai cobrar a comprovação das notas fiscais para que eles possam resolver a questão administrativas", finalizou Marcelino Xavier.

 

 

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