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Delegacia de homicídios continua investigações para descobrir autoria de crime contra empresário e esposa

Corpos do casal foram encontrados em comunidade na PA-370, em Santarém, no dia 29 de fevereiro. Recesso judicial tem prejudicado o andamento do caso.

 
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A Polícia Civil de Santarém, no oeste do Pará, continua as investigações para descobrir a autoria do homicídio do casal Iran Parente e Josiele Prezza, ocorrido em fevereiro em uma comunidade na PA-370. Os dois teriam sido vítimas de um assalto a um imóvel da família no dia 27 de fevereiro e os corpos só foram encontrados no dia seguinte. O casal foi sepultado no dia 1º de março.

Segundo o delegado da especializada de homicídios, Gilvan Almeida, semana passada foram feitas diligências, quando a equipe esteve em outro município buscando maiores informações. “Tem pessoas que precisamos ouvir para esclarecer alguns detalhes que podem ajudar nas investigações, algumas delas estão viajando para fora do país, mas já entramos em contato com os advogados”, explicou.

Ao G1, o delegado contou que está aguardando algumas medidas solicitadas ao poder judiciário, mas que o “recesso” tem prejudicado o andamento do caso.

Delegado Gilvan Almeida, titular da Divisão de Homicídios  — Foto: Reprodução/TV Tapajós Delegado Gilvan Almeida, titular da Divisão de Homicídios  — Foto: Reprodução/TV Tapajós

Delegado Gilvan Almeida, titular da Divisão de Homicídios — Foto: Reprodução/TV Tapajós

“Tivemos que nos amoldar a essa nova realidade, já que é uma medida preventiva à pandemia. Estamos da melhor forma possível tentando evitar o contato com pessoas, e diante desta diretriz tanto do governador do estado como do delegado geral, portarias que foram emitidas fazem com que nós tenhamos que ter uma certa cautela, postergando algumas medidas”, disse Gilvan.

Assim que for concluído o inquérito, serão conhecidos os autores e demais envolvidos neste crime. De acordo com o delegado, as investigações já estão bem adiantadas e o inquérito deve ser concluído nos próximos dias.

“A motivação do crime certamente envolve o interesse patrimonial, devido a função que ele exercia há muitos anos, que ele praticava agiotagem. Não podemos descartar que isso tenha contribuído para que ele tenha sido vítima desse crime bárbaro. Porque o indivíduo que circula com valores seja em dinheiro ou objetos de valor chama atenção de criminosos”, ressaltou o delegado.

As informações apontam que ele circulava pela cidade em posse de uma bolsa com dinheiro em espécie, e que também era muito conhecido por comerciantes e empresários. O modo como ele cobrava as dívidas era vexatório, e levava a um desacordo. “Não podemos afirmar que ele estava sendo ameaçado”, finalizou.

Suspeito preso

O motorista do carro do casal, suspeito do crime, foi preso e contou à polícia sobre como ocorreu o duplo homicídio e revelou o nome do suposto mandante, que não foi divulgado para não prejudicar as investigações. À polícia, Erick Renan contou várias versões desde que foi localizado após sofrer um acidente com o carro das vítimas. Depois, o inquérito foi aberto e as investigações aprofundadas para levantar mais detalhes sobre o crime.

 

 

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