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Judia de 85 anos foi assassinada em Paris por causa de sua religião, dizem juízes

Dois suspeitos, entre eles o filho de 30 anos de uma vizinha que conhecia a vítima desde a infância, são acusados de assassinato com o agravante de duas circunstâncias: o fato de que a vítima era uma pessoa vulnerável e que o ato foi cometido devi

 
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Os juízes encarregados pela investigação da morte de Mireille Knoll, uma judia de 85 anos assassinada em Paris, na França, em março de 2018, classificaram o caso como homicídio por causa da religião da vítima, informaram fontes coincidentes nesta segunda-feira (13).

Os dois suspeitos, entre eles o filho de 30 anos de uma vizinha que conhecia a vítima desde a infância, comparecerão como solicitado pelo Ministério Público, acusados de assassinato, com o agravante de duas circunstâncias: o fato de que a vítima era uma "pessoa vulnerável" e que o ato foi cometido "devido a sua religião".

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Em 23 de março de 2018, o corpo da judia de 85 anos, portadora de Parkinson, foi encontrado com 11 facadas e parcialmente carbonizado em seu apartamento em Paris.

O caso gerou grande comoção, um ano após o assassinato em Paris de Sarah Halimi, uma judia de 60 anos que foi jogada de sua varanda.

"A senhora Knoll foi assassinada porque era uma pessoa idosa que não podia se defender, e porque inspirava um ódio particular devido a suas origens judaicas", afirmou à AFP o advogado da família Knoll, Gilles-William Goldnadel.

 

 

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