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Preço do pescado fica mais barato em julho nos mercados de Belém

Segundo pesquisas do Dieese Pará, no mês de julho houve recuo de preço. Porém, nos sete primeiros meses de 2020 e nos últimos 12 meses foram registradas altas.

 
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Uma pesquisa divulgada pelo Dieese Pará nesta quinta-feira (13) mostra a trajetória dos preços do pescado comercializado em mercados municipais de Belém no último mês de julho, neste ano de 2020 (janeiro a julho) e também nos últimos 12 meses. Segundo as pesquisas, no mês passado a maioria do pescado teve recuos de preços, mas nos sete primeiros meses deste ano e nos últimos 12 meses o cenário foi de altas, algumas acima da inflação.

No mês de julho, as maiores quedas ocorreram nos preços dos seguintes tipos de pescados: traíra, com recuo de 19,60%; seguido do cangata, com queda de 12,26%; pescada gó, com queda de 11,14%; cação, com queda de 10,27%; pratiqueira, com queda de 5,74%; mapará, com queda de 4,71%; tambaqui, com recuo de 4,03%; pescada branca, com queda de 3,34%; filhote, com queda de 3,18%; pescada amarela, com queda de 3,17%, entre outros.

Já no balando dos sete primeiros meses deste ano houve alta de preços. Os maiores reajustes de preços ocorreram nos seguintes tipos de pescados: piramutaba, com alta acumulada de 26,67%; seguido do xaréu, com alta de 25,76%; tucunaré, com alta de 21,81%, entre outros. Também no mesmo período analisado, algumas espécies de pescado apresentaram recuos de preços, com destaque o cangatá, com recuo de 17,33%; pacu, com queda de 7,31%; mapará, com recuo de 4,07%, entre outros.

Com relação aos últimos 12 meses, as pesquisas conjuntas realizadas pelo Dieese Pará e Secretaria Municipal de Economia mostraram que a maioria apresentou alta e em alguns casos acima da inflação, calculada para o período em 2,69%.

 

 

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