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Donald Trump escreveu a Assad sobre jornalista americano sequestrado na Síria

Austin Tice foi sequestrado há oito anos na Síria. Em 2018, os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 1 milhão por qualquer informação que permitisse encontrar o rastro de Tice.

 
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu pessoalmente para seu homólogo Bashar al-Assad, da Síria, sobre o caso do jornalista Austin Tice, sequestrado há oito anos no país do Oriente Médio, revelou o secretário de Estado, Mike Pompeo, nesta sexta-feira (14).

"O governo dos Estados Unidos tentou várias vezes discutir a libertação de Austin com as autoridades sírias. O presidente Trump escreveu a Bashar al-Assad em março para sugerir um diálogo direto", disse Pompeo em um comunicado no oitavo aniversário do desaparecimento do jornalista.

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Em março, Trump disse que os EUA haviam "escrito uma carta" às autoridades de Damasco, sem especificar que era uma carta pessoal dele para Assad, o qual Washington exige que saia do poder.

Também disse não saber se Austin Tice estava vivo.

Poucas informações foram divulgadas sobre o sequestro que ocorreu em 14 de agosto de 2012 perto de Damasco, quando o fotojornalista independente Austin Tice, então com 31 anos, trabalhava para o grupo McClatchy, "The Washington Post", CBS, Agence France Presse (AFP) e outros veículos.

Em 2018, os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 1 milhão por qualquer informação que permitisse encontrar o rastro de Tice.

Um ano depois, o governo estimou que ele ainda estava vivo. Sua mãe, Debra Tice, disse em janeiro que tinha "informações confiáveis" nesse sentido, apesar de não ter especificado com maiores detalhes.

O jornalista apareceu em um vídeo em setembro de 2012 com os olhos vendados, mas não se sabe a identidade de quem o filmou na Síria.

"Ninguém deveria duvidar do compromisso do presidente em trazer para casa todos os cidadãos americanos feitos reféns ou presos injustamente no exterior. Essa determinação é mais forte do que nunca quando se trata de Austin Tice", enfatizou Pompeo, que disse esperar "que um comunicado como este não seja necessário daqui um ano".

 

 

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