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Fumbel abre cadastro para auxílio emergencial a artistas e produtores culturais de Belém

O cadastro é feito pelo site da Fumbel e vai até o dia 30 de agosto.

 
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A Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel) tornou público o cadastro virtual para a Lei Aldir Blanc, dedicada à área da cultura e voltada para ações emergenciais em decorrência à pandemia da Covid-19.

O cadastro é feito pelo site da Fumbel e vai até o dia 30 de agosto e será destinado aos espaços e produtores culturais de Belém, distritos e ilhas da capital, e contará com três formulários que contemplarão os segmentos culturais de arquitetura e urbanismo; artesanato; artes digitais; artes visuais; audiovisual; circo; culturas tradicionais; cultura afro-brasileira; gastronomia; cultura contemporânea; cultura indígena; cultura popular; dança; design; literatura; moda; museus; arquivos; música; teatro; patrimônio cultural material e imaterial.

A Lei trata de uma auxílio emergencial para artistas; espaços e grupos juridicamente organizados; coletivos e grupos sem personalidade jurídica. De acordo com o órgão municipal, serão liberados até 3 bilhões para estados e municípios. A classe artística de Belém receberá um recurso de quase R$ 10 milhões, dos quais, no mínimo, 20% serão para editais de fomento à cultura.

Além do cadastro virtual, os artistas e produtores culturais impossibilitados de acessar ao site poderão contar com pontos físicos de apoio. A meta é ter um ponto de apoio em cada bairro de Belém, distritos e ilhas, os quais serão definidos até segunda-feira, 17.

O secretário executivo do Conselho Municipal de Políticas Culturais (CMPC) Heitor Pinheiro, conta que dentro da série de providências para a Lei Aldir Blanc, o cadastro integra o Sistema de Informações de Indicadores Culturais de Belém (SIICBEL) que visa a função de mapear, identificar e reconhecer os diversos segmentos culturais da cidade de Belém.

“Para que nós possamos chegar a esse formato, foram feitas inúmeras pesquisas com o Conselho Municipal de Políticas Culturais e outras entidades. Queremos um cadastro que espelhe a arte e a cultura de Belém. O cadastro cumpre a função, também, de dar visibilidade aos artistas e aos espaços culturais que em algumas vezes não têm o devido reconhecimento pela sociedade”, disse.

A Conselheira titular do segmento de cultura afro-brasileira, Mam’eto Nangetu, conta que as reuniões foram realizadas de forma democrática, no qual os conselheiros podiam interagir com as políticas culturais e sociais previstas na Lei Aldir Blanc.

“A Lei vai dar condições e possibilidades aos artistas, aos pontos culturais e aos fazedores de cultura em Belém, o amparo de receber o auxílio emergencial dedicado a nós”, disse.

 

 

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