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Papiloscopista da Polícia Civil conclui pesquisa sobre identificação facial no Instituto de Informática da UFG

 

O papiloscopista policial da Polícia Civil de Goiás, Jones José da Silva Júnior, apresentou, no mês de julho último, defesa de mestrado na Universidade Federal de Goiás (UFG). O trabalho de dissertação foi sobre uma pesquisa a respeito de inteligência artificial para reconhecimento facial.

O estudo durou três anos e serviu para pesquisar a utilização de algoritmos de inteligência artificial para comparação facial e identificação humana em investigações policiais. Dessa pesquisa resultou a criação do Sistema Harpia, utilizado desde 2018 em caráter experimental. O sistema é da Polícia Civil de Goiás e serve para identificação humana.

Por meio do Harpia, é possível identificar e qualificar autores e vítimas de crimes. O sistema busca a qualificação de pessoas por meio de comparação com fotos e imagens de câmeras de segurança até localizar, por similaridade, quem seria. Cadáveres depositados no Instituto Médico Legal (IML), por exemplo, já foram identificados por meio deste sistema. A pesquisa do papiloscopista da Polícia Civil conseguiu aumentar em até 50% o nível de acerto da comparação facial.

 

 

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