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Microsoft volta a alertar sobre tentativas de ataques hackers contra campanhas de Trump e Biden nos EUA

Investidas de invasão de grupos da Rússia, China e Irã não foram bem-sucedidas, segundo a empresa.

 
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A Microsoft informou nesta quinta-feira (10) que detectou tentativas de ataques contra as campanhas de Joe Biden e Donald Trump, candidatos à presidência dos Estados Unidos, nas últimas semanas.

A empresa afirma que grupos da Rússia, China e Irã tentaram invadir contas de pessoas e organizações envolvidas nas campanhas, mas que não foram bem-sucedidos.

O grupo ligado à Rússia teria atacado mais de 200 organizações envolvidas com as eleições dos EUA, incluindo as próprias campanhas, partidos e consultores.

Joe Biden, candidato do Partido Democrata a presidente dos EUA. — Foto: Patrick Semansky/AP Photo

Hackers que operam na China teriam direcionado invasões a algumas pessoas de alto escalão envolvidas nas eleições, incluindo associadas com a campanha do democrata Joe Biden.

Já o grupo ligado ao Irã teria continuado os ataques a contas pessoais de pessoas ligadas à campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Presidente dos EUA, Donald Trump, concede entrevista coletiva na Casa Branca. — Foto: Leah Millis/Reuters

A Microsoft afirma que a maioria dos ataques foram detectados e impedidos pelas ferramentas de segurança de seus produtos e que notificou as pessoas envolvidas.

A empresa tinha apontado, em outubro de 2019, que hackers iranianos tentaram atacar uma campanha presidencial, sem identificar o nome do candidato.

Em junho deste ano, o Google também alertou que hackers iranianos e chineses estavam atacando as campanhas de Trump e Biden.

O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC, na sigla em inglês) dos EUA divulgou em agosto de 2020 que identificou tentativas de interferência de Rússia, China e Irã nas eleições americanas.

O NCSC apontava cenários distintos do que foi revelado hoje pela Microsoft. Na ocasião, a campanha chinesa estaria realizando ataques à Trump, em vez de Biden, e que a Rússia também tinha como alvo o candidato democrata.

Em 2016, a eleição norte-americana sofreu interferência russa quando hackers invadiram a rede de computadores do comitê nacional dos Democratas, à época envolvido na campanha de Hillary Clinton.

Após as investigações do caso serem concluídas em 2018, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou 12 russos pelas invasões.

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