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'''Call of Duty: Black Ops Cold War''' mostra que '''dois lados tinham mãos sujas''', diz desenvolvedor

Game de tiro lançado nesta sexta-feira 13 é continuação espiritual do Black Ops original, diz diretor criativo da desenvolvedora Raven Software, responsável pela campanha.

 
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"Call of Duty: Black Ops Cold War" leva a franquia clássica de tiro em primeira pessoa de volta no tempo em mais de uma forma. Além da história focada no período da Guerra Fria, a desenvolvedora Raven Software considera o game uma "continuação espiritual" do primeiro "Black Ops", de 2010.

Lançado para PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series S e X e computadores nesta sexta-feira (13), "Cold War" explora um período político conturbado, mas, de acordo com os desenvolvedores, evita maniqueísmos.

"Você precisa de algo grande para 'Call of Duty', e a Guerra Fria foi ruim para todo mundo. O mais perto que chegamos de uma terceira guerra mundial. Se acontecesse, esse medo seria real para todos, não apenas Estados Unidos e Rússia. Queríamos mostrar que os dois lados tinham as mãos sujas", conta ao G1 o diretor criativo da Raven, Dan Vondrak.

"O nosso foco foi ter certeza de que não fosse uma simples história dos caras bons contra os caras malvados. 'Black Ops' sempre existiu entre essas linhas. Você não sabe quem está contando a verdade. E todo mundo parece ter a própria versão do que acham que é a verdade."

Assista ao trailer de 'Call of Duty: Black Ops Cold War

Assista ao trailer de 'Call of Duty: Black Ops Cold War'

Desculpa para voltar

Tudo começou mais ou menos como uma desculpa para voltar aos temas retratados no jogo de 2010, o primeiro que teve participação da Raven.

"Ele já estava praticamente pronto, então começamos a trabalhar mais de verdade no 'Modern Warfare 3'. Mas gostamos mesmo do primeiro, e ficamos pensando se teríamos a oportunidade de voltar a trabalhar nele", afirma Vondrak.

"Por isso a ideia para 'Cold War' era essa. E se escrevêssemos uma carta de amor ao 'Black Ops' original?"

'Call of Duty: Black Ops Cold War' — Foto: Divulgação

Para contar a trama, a equipe escolheu o ano de 1981, "o auge da Guerra Fria".

"Pegamos história real que você conhece, e então ficcionalizamos com um pouco de conspiração e um pouco de verdade por trás", diz o desenvolvedor.

"Lemos alguns documentos que foram revelados há pouco tempo e algumas histórias pensamos que ninguém ia acreditar que elas são tão legais."

'Call of Duty: Black Ops Cold War' — Foto: Divulgação

Parceria de longe

A Raven dividiu o desenvolvimento de "Cold War" com a Treyarch, empresa envolvida com a franquia desde "Call of Duty 3", de 2006. Os veteranos ficaram responsáveis pela área de multiplayer e o clássico modo de zumbis.

"Tínhamos uma visão muito forte para a campanha. Apresentamos para a treyarch e eles adoraram, e construíram em cima dela", diz Vondrak. "E eles na verdade ficaram felizes em poderem focar só no multiplayer. Foram ótimos parceiros."

Com a pandemia, a parte final do desenvolvimento foi realizado de forma remota. Por causa disso, a equipe encontrou maneiras de realizar à distância etapas essenciais.

'Call of Duty: Black Ops Cold War' — Foto: Divulgação

Para escanear objetos, processo responsável pelo grau de fidelidade dos gráficos atuais, um dos membros reproduziu o estúdio da empresa em sua casa. "Foi uma garagem muito cara por meses, com certeza", brinca o desenvolvedor.

Além disso, foram criados kits para que atores de captura de movimentos e de dublagem conseguissem realizar os trabalhos também em seus lares.

"A gente comprou roupas que os animadores podiam usar para fazer isso. Eles estavam nas salas deles, e podiam fingir que estavam em um bar em Berlim – e suas famílias não podiam nem acreditar."

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