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Com casos de Covid em alta, autoridades de saúde dos EUA pedem que americanos não viajem no Dia de Ação de Graças

Número de mortos pelo coronavírus no país passou de 250 mil, em um momento de forte alta no total de internações.

 
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Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), pediram nesta quinta-feira (19) que a população americana não viaje no feriado de Dia de Ação de Graças, na semana que vem.

A recomendação foi feita para evitar uma piora ainda maior da pandemia do coronavírus no país — o número de mortes por Covid-19 nos EUA passou de 250 mil na quarta-feira.

"Estamos preocupados com o aumento exponencial de casos, internações e mortes", disse Henry Walke, representante do CDC.

Walke frisou que se trata de uma recomendação, e não de uma proibição. O CDC tem recomendado que as pessoas esperem 14 dias — período estimado de incubação do coronavírus — para que se encontrem com pessoas que não vivam na mesma casa. O Dia de Ação de Graças deste ano já será na próxima quinta-feira, ou seja, a apenas sete dias desde o pedido das autoridades americanas.

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Outra preocupação é com a proximidade do Natal, outra data em que as famílias costumam se reunir. Como diversos países do Hemisfério Norte têm experimentado novos picos da pandemia neste outono, há o temor de que as reuniões familiares causem uma sobrecarga no sistema de saúde.

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Equipe de Biden quer dados sobre Covid

As novas altas da pandemia nos EUA ocorrem em um contexto de mudança de governo do país. O presidente Donald Trump, derrotado na tentativa de reeleição, tem se recusado a reconhecer Joe Biden como presidente eleito. E, nesse cenário, a equipe do democrata pressiona o republicano a fornecer informações sobre o coronavírus.

Uma equipe de médicos e enfermeiros dos EUA se posicionou contra a recusa do governo Trump em passar os dados da pandemia. Em carta, os profissionais disseram que o inverno do hemisfério norte pode trazer uma nova onda de mortes pela Covid-19 com a contaminação comunitária se alastrando pelo país, com as hospitalizações em nível recorde.

"Dados e informações em tempo real sobre o fornecimento e a oferta de tratamentos, testes, equipamentos de proteção individual, ventiladores, capacidade hospitalar e disponibilidade das forças de trabalho para planejar o destacamento dos ativos do país precisam ser compartilhados para salvarmos um número incontável de vidas", disse a carta, assinada pela liderança da Associação Médica Americana, pela Associação de Enfermeiros Americanos e pela Associação de Hospitais Americanos.

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