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Cerca de 96% dos leitos de UTI para Covid-19 estão ocupados na grande Belém, afirma Sespa

Sespa indica que 48 dos 50 leitos da região já estão ocupados. Governo disponibilizou apenas um hospital, para atender cinco municípios.

 
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A taxa de ocupação de leitos dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 na região metropolitana de Belém alcançou os 96% nesta terça-feira (5). De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), 48 dos 50 leitos da região já estão ocupados. Até o momento, o Pará já registrou mais de 295 mil casos e mais de 7.200 mortes.

De acordo com a Sespa, além da capital do Pará, a região metropolitana de Belém é composta pelos municípios de Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Bárbara do Pará. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que mais de 2,2 milhões de pessoas vivam na região.

Apesar do contingente populacional, o Governo do Pará disponibilizou apenas um hospital, para toda a região, com leitos de UTI exclusivos para a Covid-19: o Hospital de Campanha de Belém. Além da unidade, o Hospital Ophyr Loyola e a Santa Casa de Misericórdia possuem leitos clínicos, exclusivos para pacientes com Covid.

Na média geral do estado - somando todas as regiões do Pará -, a porcentagem de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para Covid-19 é de 68.72%. Já os de enfermaria estão 39.09% ocupados.

Governo endurece liberação

Bandeiramento atualizado no estado do Pará — Foto: Reprodução

No dia 28 de dezembro, o Governo do Pará publicou um novo decreto tornando mais restritiva a liberação de atividades econômicas no estado. Segundo o documento, as regiões do Xingu e do Tapajós saíram da bandeira amarela para a laranja, classificação de segurança que exige mais restrições.

De acordo com os dados divulgados, o Pará apresentou, em dezembro, 356 solicitações de internação em UTIs provocadas pelo coronavírus. O número é maior que os identificados em novembro (326) e em outubro (308). Por esse motivo, o governo do Estado anunciou o incremento de mais 55 leitos de UTI e 10 clínicos na rede estadual de saúde.

"Volto a dizer que o Estado sinaliza a situação de cada região, mas a determinação sobre quais atividades devem ser autorizadas, quais serviços e estabelecimentos, continua sendo de responsabilidade das prefeituras. Mudar da bandeira amarela pra laranja indica que estes municípios devem estar em alerta e tornar esta liberação mais restritiva do que a forma que estava sendo adotada anteriormente”, explicou o procurador-geral do Estado, Ricardo Sefer.

 

 

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