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Governo de Honduras chama de '''falsas''' as acusações dos EUA contra o presidente Juan Orlando Hernández por tráfico de drogas

Conta do governo hondurenho em rede social divulgou mensagem neste sábado 9 dizendo não ser verdade que presidente aceitou dinheiro de traficante. Promotores de Nova York acusam Hernández receber propina em troca de proteção para enviar cocaína ao

 
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Honduras chamou de "falsas", neste sábado (9), as acusações de promotores de Nova York contra o presidente Juan Orlando Hernández por supostamente receber propina de traficantes de drogas em troca de proteção para enviar cocaína aos Estados Unidos.

A versão de que o presidente Hernández "aceitou dinheiro da droga de Geovanny Daniel Fuentes Ramírez, ou deu proteção ou coordenação a traficantes de drogas, é 100% falsa", afirmou o governo hondurenho em sua conta no Twitter.

O governo acrescentou que isso "parece estar baseado nas mentiras de criminosos confessos em busca de vingança" e que, ao contrário, o governo Hernández "foi reconhecido como um parceiro confiável e eficaz pelos países aliados na luta contra o narcotráfico".

  • LEIA MAIS: presidente de Honduras recebeu dinheiro de 'El Chapo', diz promotor dos EUA

Mesmo sem ser mencionado pelo nome, mas por um código CC-4, Hernández já havia sido vinculado a cartéis de drogas hondurenhos e mexicanos em um julgamento no qual o Tribunal Distrital do Sul de Nova York considerou culpado por tráfico de drogas "em grande escala" seu irmão mais novo, Juan Antonio "Tony" Hernández, em 2019, preso nos Estados Unidos.

De acordo com relatos da mídia hondurenha, nesta sexta-feira (8), promotores de Nova York indicaram em novos documentos que Fuentes Ramírez, um traficante hondurenho capturado em 1º de março em Miami, concordou em subornar o presidente em troca de proteção em 2013.

Naquela época, o mandatário era presidente do Congresso, e o dinheiro seria necessário para sua campanha à presidência.

Segundo esses documentos, Hernández disse que, naquele momento, queria que a agência antidrogas Estados Unidos contra as Drogas (DEA, na sigla original) pensasse que ele estava lutando contra o narcotráfico, mas que "poria drogas bem debaixo do nariz dos gringos", por meio de um laboratório.

O governo hondurenho argumentou em outro post que "esta e outras alegações oportunistas definham diante do fato avassalador de que, durante o governo Hernández, o tráfico de coca em Honduras foi reduzido de 87% para 4% de 2013 a 2019, de acordo com as publicações do Departamento de Estado".

 

 

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