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Reitor pede demissão após escândalo na vacinação no Peru

Durante o período de testes, 487 pessoas, entre elas o ex-presidente do país, foram vacinados de forma irregular. O escândalo recebeu o apelido de vacinagate no Peru.

 
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O reitor e dois vice-reitores da universidade encarregada do teste de uma vacina chinesa contra a Covid-19 no Peru renunciaram, na quarta-feira (17), em meio a um escândalo de imunizações irregulares, informou a instituição.

Vacinação antecipada de quase 500 membros e amigos do governo do Peru gera revolta Vacinação antecipada de quase 500 membros e amigos do governo do Peru gera revolta 1 min Vacinação antecipada de quase 500 membros e amigos do governo do Peru gera revolta

Vacinação antecipada de quase 500 membros e amigos do governo do Peru gera revolta

Escândalo está sendo chamado de "vacinagate"

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Luis Varela, o reitor da Universidade Peruana Cayetano Heredia, e os vice-reitores José Espinoza e Alejandro Bussalleu entregaram o cargo depois que seus nomes apareceram na lista de 487 pessoas, incluindo o ex-presidente Martín Vizcarra, que foram imunizadas de forma irregular com a vacina chinesa da Sinopharm, relatou o governo.

Em sua carta de demissão, Varela escreveu que renuncia, devido "à situação gerada com a administração do lote de vacinas adicionais da Sinopharm", um escândalo de corrupção batizado pela imprensa peruana de "Vacunagate".

Horas antes, a mesma instituição havia afastado do cargo de pesquisador principal do teste da vacina o médico Germán Málaga.

O presidente peruano, Francisco Sagasti, revelou que, das 487 pessoas vacinadas de forma irregular, 16 funcionários eram de seu governo. "A Justiça ajustará contas com quem tiver que ajustá-las", afirmou.

O escândalo derrubou a chanceler, Elizabeth Astete, e a ministra da Saúde, Pilar Mazzetti.

A vacina da Sinopharm recebeu sinal verde em 31 de dezembro passado, e a campanha nacional de imunização começou em 9 de fevereiro. Sagasti foi vacinado no primeiro dia, publicamente, para estimular a população a fazer o mesmo.

O Peru dispõe, até o momento, de um milhão de doses da Sinopharm, dirigidas inicialmente aos profissionais de saúde.

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