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Derek Chauvin violou regras e código de ética em ação que matou George Floyd, diz chefe de polícia

Não é parte do nosso treinamento , afirmou Medaria Arradondo, que é o 1º negro a comandar a polícia de Minneápolis. Derek Chauvin foi demitido após o incidente e passa por julgamento.

 
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O ex-policial Derek Chauvin quebrou as regras e o código de ética do Departamento de Polícia de Minneápolis na morte de George Floyd, afirmou em depoimento do chefe de polícia da cidade, Medaria Arradondo, nesta segunda-feira (5).

"Não é parte do nosso treinamento, e certamente não é parte de nossa ética e dos nossos valores", afirmou o chefe de polícia ao júri.

Arradondo depôs como testemunha no sexto dia do julgamento de Chauvin, que é acusado pelo homicídio de George Floyd em maio do ano passado, e afirmou que as regras do código de ética da corporação pregam a "santidade da vida".

Júri ouve chefe da polícia no 6º dia de julgamento do ex-policial acusado de matar George Floyd

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Arradondo disse que ficou chocado quando, algumas horas após a prisão, viu pela primeira vez o vídeo de uma testemunha que mostra Chauvin, que é branco, se ajoelhando no pescoço de Floyd, um homem negro de 40 anos que estava algemado, por nove minutos e 29 segundos.

O vídeo provocou protestos no mundo todo contra a violência policial e o racismo.

Chauvin se declarou inocente diante das acusações de homicídio doloso e culposo. Os promotores convocaram Arradondo e outros policiais para enfraquecer a defesa de Chauvin, que alega que ele fez apenas o que foi treinado para fazer em seus 19 anos como policial.

Medaria Arradondo durante coletiva de imprensa sobre o caso George Floyd em 22 de março. Ele deu testemunho no julgamento de Derek Chauvin nesta segunda (5) — Foto: Nicholas Pfosi/Reuters

Arradondo, que em 2017 se tornou o primeiro negro a chefiar a polícia da cidade, demitiu Chauvin e outros três oficiais envolvidos na ação que resultou na morte de Floyd. Ele havia sido detido sob suspeita de usar uma nota falsa de 20 dólares.

Ele também criticou duramente Chauvin em declaração no ano passado, dizendo: "Isso foi assassinato — não foi falta de treinamento".

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