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45ª Mostra Internacional de Cinema de SP vai exigir comprovante de vacinação no retorno das sessões presenciais

Nas salas de exibição, ocupação será limitada a 50% da capacidade e uso de máscara obrigatório contra a Covid-19. Modelo híbrido deste ano também contará com sessões presenciais no Vale do Anhangabaú, Vão Livre do Masp e Museu da Imigração de SP.

 
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A organização da 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo anunciou, neste sábado (9), a retomada parcial às salas de cinema, em uma edição que ocorrerá no formato híbrido (presencial e online), entre 21 de outubro e 11 de novembro.

Dentre os protocolos de seguranças que serão adotados por conta da pandemia de Covid-19, estão a exigência de apresentação do comprovante de imunização contra Covid-19, a obrigatoriedade do uso de máscaras e a limitação de 50% na ocupação dos locais de exibição.

"A gente também vai manter uma seleção (de filmes) online. Então, quem não estiver em São Paulo ou não se sentir seguro ainda, mesmo com as medidas que a gente, junto com os exibidores, vamos tomar, pode ver a Mostra online também", disse Renata de Almeida, diretora da Mostra.

Vinheta da 45ª Mostra inspirada na ilustração do cartunista Ziraldo

Vinheta da 45ª Mostra inspirada na ilustração do cartunista Ziraldo

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Neste ano, serão exibidos 264 títulos do mundo inteiro nos circuitos presencial e virtual do evento. Um dos destaques será a exibição do documentário estadunidense "Summer of Soul", premiado no Festival Sundance de Cinema, no recém-reaberto Vale do Anhangabaú, assim como do filme brasileiro "Bob Cuspe, nós não gostamos de gente", no Vão Livre do Masp.

"O desafio de fazer online foi no ano passado. O grande desafio é a gente voltar a ocupar a cidade, esse é o desafio que a gente vem enfrentando", afirmou a diretora do evento. "A Mostra tem uma obrigação de colaborar com a cidade. Não é só com o dono de cinema, é colaborar com o comércio que tá ao lado, é colaborar com a vida das pessoas".

A secretária executiva da Cultura e Economia Criativa do estado de São Paulo, Cláudia Pedroso, defendeu a volta às salas de cinema e ressaltou a importância das produções culturais no aspecto emocional do enfrentamento à pandemia. Ela destacou que a retomada das sessões presenciais "proporciona maior sensação de segurança às pessoas", que, aos poucos, acabarão reincorporando essas atividades ao cotidiano.

Refugiados

De forma inédita, dois filmes da Mostra serão exibidos no Museu da Imigração de SP, na Mooca. Um deles é o longa-metragem brasileiro "7 prisioneiros", estrelado por Rodrigo Santoro. A exibição faz parte da parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e envolve a temática "deslocamento forçado".

Segundo Renata de Almeida, também fazem parte da programação dois filmes do Afeganistão, um deles dirigido por uma mulher, que ajudam a entender o momento atual que vive o país, com a volta do Talibã ao poder.

A personalidade escolhida para ser homenageada nesta edição com o Prêmio Leon Cakoff, que leva o nome do idealizador, já falecido, da Mostra, é a diretora e atriz baiana Helena Ignez, grande ícone do cinema marginal brasileiro.

Devido ao corte de verbas, que torna inviável a compra de passagens para deslocamento, a edição terá um jure composto exclusivamente por diretores brasileiros. Os três escolhidos da vez foram Beatriz Seigner, Carla Caffé e Joel Zito Araújo.

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