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Reino Unido diz monitorar mutação da variante delta '''muito de perto'''

País vem registrando um aumento no número de infecções, mas especialista afirma que novo surto não estaria ligado ao surgimento desta nova variante.

 

O governo do Reino Unido afirmou nesta terça-feira (19) que "monitora muito de perto" uma nova mutação da variante delta do coronavírus que vem se propagando no país.

Um porta-voz do primeiro-ministro disse a jornalistas que ainda não há evidências de que a mutação denominada AY4.2 seja mais mais contagiosa que a delta.

"Não hesitaremos em tomar medidas caso seja necessário", afirmou o representante. "Não há nenhum motivo para acreditar que ele esteja se espalhando com mais facilidade."

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Imagens de microscópio mostram partículas do coronavírus que causam a Covid-19 retiradas de um paciente nos EUA — Foto: NIAID-RML via AP

O Reino Unido vem enfrentando um aumento significativo no número de novas infecções de Covid-19, com casos diários entre os 35 mil e 45 mil, além de registrar a maior incidência de toda a Europa.

Entre os maiores infectados, estão os jovens e adolescentes, que ainda não conseguiram completar a vacinação. Além disso, há a redução da imunidade nos idosos que já se vacinaram há meses.

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François Balloux, diretor do Instituto de Genética da University College London, é um dos que acredita que a variante "não é a causa do recente aumento do número de casos no Reino Unido".

O cientista explicou, em entrevista à France Presse, que a transmissão da subvariante continua sendo baixa (cerca de 10%), diferente das cepas da alfa e delta, que são muito mais transmissíveis (50%).

A nova variante AY4.2 é quase inexistente fora do Reino Unido, com exceção de três casos detectados nos Estados Unidos e alguns poucos na Dinamarca, que desde então quase desapareceram.

Sua reação diante das vacinas disponíveis atualmente ainda estão sendo investigadas.

 

 

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