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Mortos no protesto de sábado contra golpe militar chegam a 8 no Sudão

Sindicato de médicos indicou ainda que os atos de sábado também deixaram mais de 200 feridos, 100 deles a bala . País teve a manifestação mais duramente reprimida desde o golpe militar de 25 de outubro.

 

O balanço de vítimas fatais nas manifestações pró-democracia no Sudão no fim de semana subiu para oito - informou um sindicato de médicos, o que eleva para 23 o total de óbitos desde o golpe de estado de 25 de outubro.

Três adolescentes estão entre os mortos nos protestos de sábado, os mais duramente reprimidos desde o golpe.

"O número confirmado de mártires desde o golpe subiu para 23 pessoas", anunciou o sindicato dos médicos.

De acordo com este órgão, entre os manifestantes mortos no fim de semana, está uma menina de 13 anos, "baleada na cabeça, do lado de fora de sua casa".

Segundo a mesma fonte, os atos de sábado também deixaram "mais de 200 feridos, 100 deles a bala". Os demais foram atingidos por balas de borracha e gás lacrimogêneo.

A polícia nega esta repressão e diz se limitar ao "uso mínimo" da força. Também nega que esteja usando munição real.

Apesar desta repressão sangrenta, a mobilização contra o golpe se mantém firme, com um novo protesto convocado para esta quarta-feira (17).

As manifestações de 13 de novembro e de 30 de outubro reuniram dezenas de milhares de pessoas nas ruas.

 

 

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