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França vai oferecer dose de reforço a todos os adultos

Medida é uma tentativa de evitar uma nova onda de contágios no país. Dose de reforço estava disponível só para idosos e pessoas vulneráveis.

 

O ministro de Saúda da França, Olivier Veran, confirmou nesta quinta-feira (25) que o governo do país vai oferecer uma dose de reforço da vacina para todos os adultos, a partir do fim de semana.

O objetivo é tentar evitar uma nova onda de infecções de Covid-19.

O intervalo entre as doses básicas e a de reforço será de cinco meses.

Pessoa mostra o código QR do passaporte sanitário antes do início da partida de futebol no Estádio Roazhon Park em Rennes, noroeste da França, em 8 de agosto de 2021. — Foto: JEAN-FRANCOIS MONIER / AFP

Até agora, apenas os maiores de 65 anos, os trabalhadores da saúde e os imunodeprimidos podiam receber o reforço da imunização anticovid.

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O comitê científico para a crise sanitária recomendou ampliar a aplicação para todos os adultos e reduzir o intervalo entre doses, que era de seis meses.

Além disso, quem já teve Covid-19 deverá receber uma segunda dose de imunizante para reforçar sua proteção.

Passaporte da vacinação

Os franceses terão dois meses para se vacinarem ou perderão o direito ao passaporte sanitário, documento exigido para a entrada em restaurantes, cafés, cinemas, trens de longa distância, entre outros.

Máscara em todos os ambientes internos

Após decretar a obrigação do uso de máscaras dentro de escolas, o governo deverá anunciar a volta das máscaras em todos os ambientes internos, mesmo aqueles em que há controle do passaporte sanitário para entrar, como museus ou grandes centros comerciais.

Além disso, o uso de máscara deve ser recomendado em ambientes exteriores, como feiras e ruas movimentadas.

A decisão sobre a obrigatoriedade neste caso caberá às secretarias de segurança pública regionais, considerando o número de contaminações.

Também deve ser anunciado o reforço da fiscalização feita pela polícia dos passaportes sanitários.

Com mais de 30 mil novos casos registrados na terça-feira, ainda que, por enquanto, seus hospitais não sintam grande aumento na chegada de pacientes, a França teme uma quinta onda incontrolável, como a que já atinge a Áustria, a Bélgica ou a Alemanha.

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