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Belém fica encoberta por nevoeiro; especialista explica fenômeno

Fenômeno chama atenção dos moradores da capital e pode ocorrer outras vezes ao longo do ano.

 

Belém amanheceu coberta parcialmente por uma névoa úmida, o que não é muito frequente na capital, de acordo com o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

Segundo o órgão, o fenômeno ocorre quando há um resfriamento da superfície, ausência total ou ventos fracos e a umidade relativa do ar fica acima de 97%. Esta união de fatores impacta na visibilidade horizontal, que fica inferior a 1km.

O Sistema de Proteção diz que está havendo uma perda de energia, perda de calor da superfície, o que é considerado normal.

“As perdas radiativas (calor) ocorrem o tempo todo. Elas são as trocas de energia em cada ponto do globo que definem que condições de tempo e clima ocorrerão”, acrescenta o metereologista Mércio Lopes.

Até o final do inverno amazônico (mês de março) é possível que o fenômeno volte a ocorrer na capital paraense como o visto nesta quinta-feira (13), mas também pode ocorrer em qualquer época do ano, "principalmente no verão amazônico, quando há manhãs de céu claro, sem nuvens, e a perda radiativa é maior", diz Márcio.

Ele explica que existem vários tipos de nevoeiro e no Pará, o mais comum é o nevoeiro por perda radiativa, mais frequentes em dias mais abertos, sem nuvens.

"As nuvens tem um papel importante no efeito estufa. Então, sem nuvens, a superfície resfria mais rapidamente e condensa o vapor d'água próximo da superfície, formando minúsculas gotículas de água que constituem a névoa", finaliza o metereologista.

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